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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Cidadãos concordam com redução de pena para presos que trabalham, mas defendem aumento do limite de tempo na prisão



O sistema carcerário no país tem ocupado espaço de destaque nas discussões sobre o projeto. A partir disso, a pesquisa investigou a opinião dos cidadãos sobre as possibilidades de progressão de regime e de livramento condicional para os condenados.

Os resultados mostram que 70% dos entrevistados concordam com a redução de pena para presos que trabalharem. Na região Sudeste, 64% têm essa opinião, enquanto no Centro-Oeste são 78%.

Já a redução de pena com base no bom comportamento do preso não apresenta consenso, embora seja uma medida apoiada por 55%, contra 41% que disseram não concordar com esse benefício. Entretanto, quando o bom comportamento enseja a possibilidade de passar o dia fora da prisão, a aprovação cai para 29%, com a maioria das pessoas (68%) discordando da concessão de regime semiaberto a presos que apresentarem bom comportamento.

Três em cada quatro entrevistados (76%) concordam com a necessidade de se aumentar o tempo em que os condenados devam ficar presos para aumentar a segurança da sociedade. Hoje, a lei estabelece um prazo máximo de 30 anos para que um condenado permaneça na prisão, considerado adequado para 17% dos entrevistados. Todavia, 50% dos entrevistados apoiam o aumento da pena máxima, sendo que destes, 36% defenderam o aumento do limite para 50 anos.

Acredito que cada caso deva ser analisado separadamente.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Chega de violência contra a mulher!


Até quando nós mulheres vamos nos submeter a essa humilhação?
Chega de sofrermos calada, vamos nos unir e lutar para que o a mulher consiga seu direito a uma vida digna, sem precisar apanhar calada para garantir o sustento da família.
Pois é isso que acontece, ela denuncia, perde o marido, sofre preconceito e ainda tem que ter coragem para começar do zero.
Mas a união, a força e a garra da mulher é suficiente para deixar de viver sobre ameaças e espancamentos.
Vamos nos unir, lutar, ter uma vida digna, que nos permita trabalhar e cuidar da nossa vida e dos nossos filhos.
Homem que é homem tem que vir na nossa vida para somar, para nos completar, ajudar, dar segurança e nos fazer feliz.
Se não tem esses propósitos já está nos mostrando que não vai ser um mar de rosas mas provavelmente de espinhos.
Não se iluda com promessas de amor. Sua vida vale mais que palavras doces.
Homem que bate em mulher tem que bater em alguém do tamanho dele ou maior.
Chegou a hora do basta...
Chegou a vez da mulher assumir o controle da situação, e a hora é essa.

Força amiga e companheira.
Se você conhece alguém que sofre maus tratos, denuncie!
Não fique calada, não seja cúmplice. 

Faça sua parte.

Abraços
Rafaela 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Professora Pratica Bullying Na Escola


Infelizmente desta vez quem pratica bullying é a professora!

Isso mesmo, uma professora do Ensino Fundamental de Língua Portuguesa, da "EE AC" de Jundiaí, SP demonstra atitudes de discriminação e ações de constrangimento e incentivos entre alunos para ignorar o menor IS.

Apresentando quadro de distúrbio psicológico diagnosticado por transtorno do humor, também conhecido como transtorno bipolar, o aluno após ser por várias vezes chamado a sua atenção por não realizar atividades em sala, e sentindo-se constrangido na frente dos demais colegas e perseguido após tentativas de argumentação com a mesma professora, começa então uma ridícula rivalidade entre aluno e professora.

Também apresentando hipermetropia e astigmatismo diagnosticado após a mãe ser informada dos acontecimentos na escola e procurado ajuda médica, o aluno justificando sua necessidade de sentar na frente para tentar acompanhar as aulas, a professora colocou-o novamente na carteira do fundo da sala, desrespeitando a ordem da professora coordenadora de mantê-lo nas primeiras carteiras.

Com uma situação já descontrolada, a professora sentindo-se ofendida após aluno ter feito um comentário em sala, ameaçou a mãe do aluno de fazer boletim de ocorrência, e também denegrindo a imagem do menino perante os demais professores, ela ainda comenta em sala de aula para os demais alunos em um dia em que o menor IS não estava, pois se encontrava em consulta médica, que "NÃO QUERIA A PRESENÇA DELE AO SEU LADO E QUE OS DEMAIS COMPANHEIROS DE SALA NÃO DEVERIAM CONVERSAR COM ELE, POIS SE TORNARIAM IGUAIS".

Agora eu pergunto???
Uma profissional com 16 anos de profissão, apresentar um comportamento discriminativo com um aluno em sala de aula, é o quê?

Depois vemos no jornal, tv e internet que o professor é agredido, e sempre julgamos o aluno, mas a situação é bem diferente do que sempre vemos.
Para que o aluno chegue ao ponto de tal ato algo já aconteceu antes.

Graças a Deus esse não é o caso dessa situação, mas com esse comportando de desrespeito ao aluno, onde o professor se coloca num pedestal, situações parecidas poderão acontecer com qualquer outro aluno em qualquer lugar.

A mãe não pretende transferir o filho da escola, pois uma Instituição de Ensino de Qualidade não pode ser prejudicada por um de seus integrantes, e acredita na competência comprovada da Equipe Gestora que sempre se prontifica a ajudar e aguarda providências, ciente de que os resultados serão positivos para todos.




sábado, 3 de março de 2012

Será que os alunos do noturno precisam comer????


Como vocês sabem, sou professora com muito orgulho, e já tive a oportunidade de lecionar em algumas escolas de Jundiaí. E acompanhando de perto as desigualdades evidentes entre escolas da mesma cidade em função de sua localidade e o descaso com os alunos do período noturno que vinham direto do trabalho muitas vezes e tinham que ficar com fome pois não era oferecida nenhuma merenda, resolvi procurar saber o que de fato acontecia, e me deparei  com a indiferença por parte do Secretário da Educação da cidade.
Então resolvi procurar ajuda com o vereador Durval Orlato, que foi quem de pronto me atendeu e propôs na Câmara Municipal de Jundiaí um projeto de lei para regularizar a merenda escolar, e que foi aprovada em 22 de novembro de 2011.

Mas até agora nada!!! Nada mudou. O que está acontecendo?
O nosso prefeito por um acaso vai trabalhar com fome?


Isto  é muito grave. A Lei 2037/79, de 11 de julho de 1979 de São Paulo já dispõe sobre o assunto:

" A Merenda Escolar será distribuída aos alunos matriculados no período noturno dos estabelecimentos de ensino de 1º e 2º graus, sem prejuízo da distribuição que já vem sendo feita aos alunos das escolas de 1º grau dos períodos diurnos."

A LEI Nº 11.947, DE 16 DE JUNHO DE 2009 diz:

"A alimentação escolar é direito dos alunos da educação básica pública e dever do Estado e será promovida e incentivada com vistas no atendimento das diretrizes estabelecidas nesta Lei. [...]

Em Jundiaí, nosso querido Miguel Haddad, ou seja, a prefeitura municipal, é responsável pela distribuição da merenda escolar para todos os munícipes devidamente matriculados em alguma escola pública (seja municipal ou estadual), desde o ensino fundamental até o médio, englobando, neste contexto, aqueles que estudam tanto no período diurno, quanto aqueles que estudam no período noturno, e, em Jundiaí, estes alunos que frequantam o período noturno, muitas vezes por necessidade, são tratados de maneira desigual...

Após um longo dia de trabalho estes jovens não possuem o direito de ter uma refeição decente na escola que frequentam, sendo obrigados a consumir salgados cujos preços ultrapassam o limite do bom senso, sendo que, por LEI, ele tem o DIREITO a receber uma alimentação adequada em seus estabelecimentos de ensino.

Segundo a legislação vingente, o município de Jundiaí já recebe verba suficiente para distribuir a merenda tanto no período diurno quanto no noturno.


Para quem este governo é voltado?
Para grandes empreiteiros ou para aqueles que realmente necessitam de um amparo do município? 
Onde está sendo empregada a verba destinada a nossos estudantes?

Essa é uma questão de honra, que lutarei para que esse direito seja cumprido!


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