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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

100 Dicas para uma vida melhor


1º. aula Descubra seu maior defeito e disponha-se a corrigi-lo.
2º. aula Escolha até três exemplos de vida e determine-se a segui-los.
3º. aula Tenha força e sabedoria para resistir às tentações do mundo.
4º. aula Cultive a força da tolerância de forma a compreender, aceitar, assumir responsabilidades, ter determinação e melhorar as circunstâncias externas. Então, passe a cultivar a tolerância pela vida, a tolerância por todos os fenômenos e a tolerância pelos fenômenos não-surgidos de maneira a transformar o cultivo da tolerância em força e sabedoria.
5º. aula Aprenda a se adaptar à pressão externa e não se deixe afetar por ela.
6º. aula Seja ativo e destemido. Pense antes de agir.
7º. aula Envergonhe-se do que ignora, do que é incapaz, do que o torna impuro e rude.
8º. aula Faça com freqüência algo que toque o coração das pessoas.
9º. aula Sinta-se bem sob qualquer circunstância, siga as condições corretas, esteja sempre livre de aflições e faça tudo com alegria no coração.
10º. aula Ser corajoso e virtuoso é ter a capacidade de admitir os próprios erros.
11º. aula Aprenda a aceitar perdas, falsas acusações, contratempos e humilhações.
12º. aula Não inveje aqueles que praticam boas ações ou dizem boas palavras. Tenha sempre na mente, bondade e beleza.
13º. aula Não empurre os outros para a beira do abismo; ao contrário, dê-lhes espaço para recuar — um dia eles poderão lhe ajudar.
14º. aula Sirva àqueles que desejam fazer o bem, compartilhe um objetivo. Favoreça os outros e respeite seus anseios.
15º. aula Seja amável e humilde ao relacionar-se com as outras pessoas. Expresse bondade em seu semblante e em sua fala.
16º. aula A capacidade de doar traz abundância verdadeira.
17º. aula Importe-se apenas com o que é certo ou errado; não se fixe em perdas e ganhos.
18º. aula Deixe de lado pensamentos egoístas e dedique-se à justiça, à verdade e ao bem comum.
19º. aula Viaje pelo mundo sob o céu estrelado. Vivencie a prática da procissão de mendicância pelo menos uma vez na vida.
20º. aula Abra mão de todas as suas posses ao menos uma ou duas vezes na vida.
21º. aula A cada quatro ou cinco anos, empreenda uma viagem sozinho.
22º. aula Não se deixe cegar pelo amor. Não se traia por dinheiro.
23º. aula Não bata de frente com as coisas – aprenda a arte de ser sutil.
24º. aula Não há êxito sem persistência, diligência e determinação.
25º. aula Desenvolva autoconfiança, expectativas em relação a si mesmo e metas pessoais.
26º. aula Procure ouvir boas palavras e jamais esqueça o que elas significam.
27º. aula Não desperdice o seu tempo. Faça planos e use o tempo com sabedoria.
28º. aula Seja sempre sensato, pois a sensatez é imparcial e igual para com todos.
29º. aula Lembre-se dos erros cometidos. Tenha-os sempre em mente para não repeti-los.
30º. aula Seja qual for a sua função, desempenhe-a bem. Não olhe para os lados.
31º. aula Faça tudo com boa intenção, verdade, sinceridade e beleza.
32º. aula Não se apegue ao passado. Olhe sempre adiante.
33º. aula Lute sempre pelos seus objetivos e vá longe.
34º. aula Planeje sua carreira, use seu dinheiro com sabedoria, purifique seus sentimentos e não se apegue a fama e riqueza.
35º. aula Desenvolva compreensão e visão corretas. Não se deixe levar cegamente pelos outros.
36º. aula Renuncie a apegos insensatos e aceite a verdade com mente humilde.
37º. aula Não faça intrigas nem espalhe rumores. Não se deixe influenciar por eles.
38º. aula Aprenda a desenvolver sua mente, reformar seu caráter, recuar e dar guinadas na vida.
39º. aula Cultive méritos por meio de doações que estejam de acordo com sua capacidade, função, disposição e condição.
40º. aula Creia profundamente na vida e contemple todas as virtudes. Nunca faça o mal; pratique sempre o bem.
41º. aula Não culpe os céus nem os outros por sua infelicidade, pois tudo tem sua causa e seu efeito.
42º. aula Pense no bom e belo ao invés de pensar no que é triste e penoso.
43º. aula Conquiste ao menos três tipos de habilitação ao longo da vida, como, por exemplo, para guiar automóveis, cozinhar, digitar, cuidar de enfermos, exercer a medicina, o magistério, o direito, a arquitetura etc.
44º. aula Aprenda a articular bem a fala e a escrita. Aprenda a ouvir, a apreciar, a pensar, a cantar, a pintar e a desenvolver habilidades. Quanto mais se aprende, melhor. Aprenda, ao menos, metade disso tudo.
45º. aula Leia ao menos um jornal por dia, para se manter em dia com o mundo.
46º. aula Leia pelo menos dois livros por mês.
47º. aula Mantenha uma rotina diária.
48º. aula Cultive hábitos regulares de sono e alimentação.
49º. aula Pratique exercícios físicos.
50º. aula Mantenha-se longe de cigarro, álcool, pornografia e drogas. Administre e controle sua própria vida.
51º. aula Pratique meditação por, pelo menos, dez minutos todos os dias.
52º. aula Passe, pelo menos, metade de um dia sozinho, uma vez por semana.
53º. aula Ao menos uma vez por mês, pratique o vegetarianismo, para nutrir seu coração de compaixão.
54º. aula Ajude os outros e faça o bem sem esperar nada em troca.
55º. aula Compartilhe sua alegria e compaixão com os demais.
56º. aula Mantenha a capacidade de se auto-avaliar sob qualquer circunstância.
57º. aula Reze pelos desafortunados, onde quer que você esteja.
58º. aula Seja preciso em suas observações. Considere todos os ângulos e seja tolerante e compreensivo em relação aos outros.
59º. aula Aprecie a vida, cuide dela e não a maltrate jamais.
60º. aula Use seu dinheiro e suas posses com sabedoria. Não desperdice nem gaste demais.
61º. aula Em tempos de alegria, contenha a sua fala; no infortúnio, não despeje sua raiva sobre os outros.
62º. aula Não enalteça seus próprios méritos nem aponte os erros alheios.
63º. aula Não inveje nem suspeite. Méritos advêm das realizações e da ajuda aos outros.
64º. aula Não seja ganancioso em relação às posses alheias, nem mesquinho em relação às suas.
65º. aula Demonstre coerência entre atitude e pensamento. Não seja iluminado na teoria e ignorante na prática.
66º. aula Não fique sempre pedindo ajuda aos outros. Busque ajuda dentro de si mesmo.
67º. aula Faça de sua própria conduta um bom exemplo. Não espere benevolência dos outros, mas de si mesmo.
68º. aula Cultivar bons hábitos é a melhor maneira de manter uma vida íntegra e saudável.
69º. aula É melhor ser não-inteligente do que não-compassivo.
70º. aula A mente otimista é contemplada com um futuro brilhante.
71º. aula Construa seu próprio destino. Corra atrás das oportunidades ao invés de esperar que elas caiam do céu.
72º. aula Controle suas emoções e seu humor: não se deixe levar por eles.
73º. aula Elogio e ofensa fazem parte da vida. Não se apegue a eles – conserve sempre a paz interior.
74º. aula A doação de órgãos ajuda a prolongar a vida além de propiciar recursos para as vidas de outros seres.
75º. aula Ouça o que os outros têm a dizer e anote a essência do que eles dizem.
76º. aula Olhe para si mesmo antes de acusar os outros. Somente uma avaliação honesta de seus méritos e deméritos lhe dá o direito de julgar os demais.
77º. aula Cumpra suas promessas.
78º. aula Não viole o direito dos outros para beneficiar a si próprio. Favorecer os demais, às vezes, é imperioso.
79º. aula Não sinta prazer em ridicularizar os outros. Ao contrário, aprenda a fazê-los felizes.
80º. aula Não critique, por inveja, a benevolência do outro. Respeite-o e siga seu bom exemplo.
81º. aula Não use de traição para obter vantagens.
82º. aula Os privilégios devem, antes de tudo, ser oferecidos às outras pessoas.
83º. aula Aprenda a aceitar as desvantagens. Saiba que, na verdade, elas são vantagens.
84º. aula Não se apegue a perdas e ganhos. Não faça comparações entre o que você e os outros têm ou deixam de ter.
85º. aula Seja sincero, impetuoso e educado.
86º. aula Harmonia, paz e tranqüilidade são a chave para o relacionamento com as pessoas.
87º. aula Respeito, reverência e tolerância são a tríade para manter boas relações com o mundo.
88º. aula A raiva não resolve problemas. Somente uma mente tranqüila e pacífica pode ajudar você a lidar com a vida.
89º. aula Relacione-se com pessoas virtuosas e bons mestres.
90º. aula Não contamine os outros com sua tristeza, nem leve preocupações para a cama.
91º. aula Busque prazer e alegria em tudo o que faz, e transmita isso a todos.
92º. aula Seja grato aos benevolentes e aos que prestam auxílio. Deixe-se tocar por seus atos virtuosos.
93º. aula Dê um toque de serenidade a tudo o que você fizer na vida.
94º. aula Não existe dificuldade ou facilidade absolutas. O esforço transforma dificuldade em facilidade, enquanto a indolência torna o fácil difícil.
95º. aula Ajude seus vizinhos e sua comunidade e participe dos eventos locais. Assim, você se tornará um voluntário da humanidade.
96º. aula Só a humildade gera o bem. A arrogância não traz nada mais que desvantagem.
97º. aula Aproxime-se de mestres virtuosos. Ouça-os, seja leal e não os desacate.
98º. aula Ajudar os outros é ajudar a si mesmo. Ter consideração pelos outros significa cuidar e amar a si próprio.
99º. aula Dê aos jovens oportunidades e ofereça-lhes orientação sempre que necessário.
100º. aula Cuide de seus pais e seja amoroso com eles.

Por MARCIO DERENIEVICZ

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Cristo ganha tonalidade rosa em apoio à campanha de prevenção ao câncer de mama



Objetivo é alertar população sobre riscos e a necessidade de prevenção da doença.

O Cristo Redentor, ganhou na noite desta terça-feira (9) uma iluminação rosa em apoio à campanha Outubro Rosa, que tem o objetivo de alertar a população sobre os riscos e a necessidade de prevenção do câncer de mama.

De acordo com informações do Inca (Instituto Nacional de Câncer), o câncer de mama é o segundo mais frequente no mundo, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano.

No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estádios avançados. Se diagnosticado e tratado oportunamente, o prognóstico é relativamente bom.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Chega de violência contra a mulher!


Até quando nós mulheres vamos nos submeter a essa humilhação?
Chega de sofrermos calada, vamos nos unir e lutar para que o a mulher consiga seu direito a uma vida digna, sem precisar apanhar calada para garantir o sustento da família.
Pois é isso que acontece, ela denuncia, perde o marido, sofre preconceito e ainda tem que ter coragem para começar do zero.
Mas a união, a força e a garra da mulher é suficiente para deixar de viver sobre ameaças e espancamentos.
Vamos nos unir, lutar, ter uma vida digna, que nos permita trabalhar e cuidar da nossa vida e dos nossos filhos.
Homem que é homem tem que vir na nossa vida para somar, para nos completar, ajudar, dar segurança e nos fazer feliz.
Se não tem esses propósitos já está nos mostrando que não vai ser um mar de rosas mas provavelmente de espinhos.
Não se iluda com promessas de amor. Sua vida vale mais que palavras doces.
Homem que bate em mulher tem que bater em alguém do tamanho dele ou maior.
Chegou a hora do basta...
Chegou a vez da mulher assumir o controle da situação, e a hora é essa.

Força amiga e companheira.
Se você conhece alguém que sofre maus tratos, denuncie!
Não fique calada, não seja cúmplice. 

Faça sua parte.

Abraços
Rafaela 

sábado, 8 de setembro de 2012

Educação docente, discente ou indecente ?




A partir do momento em que o homem deixou o nomadismo e passou a viver em sociedade, as inter-relações entre os indivíduos e aquilo que eles produziam se intensificaram. O conhecimento adquirido e associado ao dedo oponível do homem o instigaram a reunir e a passar para as próximas gerações tal conhecimento. É assim que surge a escola onde, entre os séculos XII e XIII, configura-se como universidade e só depois passa a acompanhar o ser humano durante boa parte de sua vida.

Atualmente, principalmente no Brasil, a situação da educação pública é deplorável. A partir da década de 1980, com uma nova constituição; a de 1988, o sistema educacional melhorou, porém não se consolidou como inclusor social e pilar indispensável na garantia da igualdade social. Diante dessa situação, surge a escola como entidade privada fazendo da educação; a mercadoria, dos alunos; os clientes e dos professores; os empregados.

Pode-se atentar a exemplos bem sucedidos de sistemas educacionais mundo a fora e refletir isso em outros países. Na Finlândia, por exemplo, na década de 1970, aconteceu o que acontece hoje no Brasil: a superposição da educação privada em relação à pública. Então, o governo finlandês iniciou uma reforma baseada em dois pilares: implementação de uma grade de aulas mais extensa arraigada a uma melhor qualificação dos professores com pelo menos um mestrado. Assim se potencializou o corpo docente e discente.

Portanto, exemplos bem sucedidos de educação pelo mundo devem ser refletidos no Brasil. Basta que a máquina política e a sociedade como um todo atentem a esse fato e denotem a educação como princípio intrínseco para a igualdade social.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Professora Pratica Bullying Na Escola


Infelizmente desta vez quem pratica bullying é a professora!

Isso mesmo, uma professora do Ensino Fundamental de Língua Portuguesa, da "EE AC" de Jundiaí, SP demonstra atitudes de discriminação e ações de constrangimento e incentivos entre alunos para ignorar o menor IS.

Apresentando quadro de distúrbio psicológico diagnosticado por transtorno do humor, também conhecido como transtorno bipolar, o aluno após ser por várias vezes chamado a sua atenção por não realizar atividades em sala, e sentindo-se constrangido na frente dos demais colegas e perseguido após tentativas de argumentação com a mesma professora, começa então uma ridícula rivalidade entre aluno e professora.

Também apresentando hipermetropia e astigmatismo diagnosticado após a mãe ser informada dos acontecimentos na escola e procurado ajuda médica, o aluno justificando sua necessidade de sentar na frente para tentar acompanhar as aulas, a professora colocou-o novamente na carteira do fundo da sala, desrespeitando a ordem da professora coordenadora de mantê-lo nas primeiras carteiras.

Com uma situação já descontrolada, a professora sentindo-se ofendida após aluno ter feito um comentário em sala, ameaçou a mãe do aluno de fazer boletim de ocorrência, e também denegrindo a imagem do menino perante os demais professores, ela ainda comenta em sala de aula para os demais alunos em um dia em que o menor IS não estava, pois se encontrava em consulta médica, que "NÃO QUERIA A PRESENÇA DELE AO SEU LADO E QUE OS DEMAIS COMPANHEIROS DE SALA NÃO DEVERIAM CONVERSAR COM ELE, POIS SE TORNARIAM IGUAIS".

Agora eu pergunto???
Uma profissional com 16 anos de profissão, apresentar um comportamento discriminativo com um aluno em sala de aula, é o quê?

Depois vemos no jornal, tv e internet que o professor é agredido, e sempre julgamos o aluno, mas a situação é bem diferente do que sempre vemos.
Para que o aluno chegue ao ponto de tal ato algo já aconteceu antes.

Graças a Deus esse não é o caso dessa situação, mas com esse comportando de desrespeito ao aluno, onde o professor se coloca num pedestal, situações parecidas poderão acontecer com qualquer outro aluno em qualquer lugar.

A mãe não pretende transferir o filho da escola, pois uma Instituição de Ensino de Qualidade não pode ser prejudicada por um de seus integrantes, e acredita na competência comprovada da Equipe Gestora que sempre se prontifica a ajudar e aguarda providências, ciente de que os resultados serão positivos para todos.




segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Redes sociais: proibidas para professores?



Dois estados norte-americanos, o da Virginia e o do Missouri, criaram mecanismos legais para que professores e alunos não possam se contatar de maneira privada através de redes sociais on-line.

No caso do primeiro estado, existe, desde março de 2011, uma lei que impede que o professor envie mensagens de texto (SMS) para seus alunos, além de não poder conversar com os mesmos através de qualquer rede social. Ambos os contatos só podem acontecer em casos de urgência, desde que o coordenador da escola na qual o docente trabalha seja avisado com no mínimo 24 horas de antecedência.

A ideia, que surgiu como uma tentativa de evitar possíveis assédios digitais, já chegou também ao Missouri, onde se transformou em projeto de lei assinado pelo governador do estado, o democrata Jay Nixon.

É preciso deixar claro, entretanto, que a lei não censura as trocas de mensagens públicas, mas apenas as que acontecem ou podem acontecer de maneira privada. Essa seria uma maneira de as escolas e dos pais terem à vista - e conhecerem - as formas de relacionamento digital que acontecem entre alunos e professores.

Isso significa que mensagens particulares, como as que são possíveis no Orkut e no Facebook, por exemplo, estão proibidas. Os professores, estranhamente censurados em suas convivências democráticas e suas vidas públicas, poderão ter apenas sites ligados ao seu trabalho, assim como perfis públicos no Facebook, da mesma maneira que fazem as empresas para entrar em contato com seus consumidores.

A lei recebeu o nome de Amy Hestir, uma garota de 13 anos que foi agredida sexualmente por um professor que havia trabalhado em vários centros educacionais.

O controle do uso das redes sociais pelos professores ficará a cargo das escolas, que deverão também pesquisar se o docente contratado já teve algum problema com alunos no espaço virtual. As escolas serão ainda responsabilizadas caso algum tipo de abuso venha a acontecer.

Apesar de entrar em vigor já a partir de agosto, há algumas questões ainda não respondidas, como, por exemplo: o contato será proibido entre professores e todos os estudantes, ou apenas entre o docente e aqueles que estiverem matriculados em suas aulas? Como estabelecer o controle dos chamados perfis falsos, oufakes, já que isso exigiria interferências nas leis de privacidade dos portais de redes sociais? O direito de os professores usarem a internet como cidadãos comuns pode ser dessa forma desrespeitado?

A última questão é, com certeza, a mais difícil de se responder. Em sociedades onde as relações entre alunos e professores estão cada vez mais difíceis - e até agressivas -, deve-se pensar até que ponto as restrições de certas liberdades individuais não podem ser consideradas também atos de violência.
Você concorda?

Deixe seu comentário.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O Nosso País está mais negro e mulato...



Dados do censo do IBGE de 2010 recentemente divulgados revelam que, pela primeira vez, o número de pessoas que se declaram negras e pardas é maior do que o das pessoas que se declaram brancas. Entre os mais de 191 milhões de brasileiros, 91 milhões se declaram brancos (47,7%), 15 milhões pretos (7,6%), 82 milhões pardos (43,1%), 2 milhões amarelos (1,1%) e 817 mil indígenas (0,4%). Somando negros e pardos, são 97 milhões.

Uma das hipóteses que explica o crescimento da população que se afirma como negra e parda é a maior taxa de fecundidade entre as mulheres desses grupos, comparativamente com as mulheres brancas, embora venha caindo sem parar o número de filhos por mulher no Brasil, em todos os grupos e regiões. Outra explicação, mais subjetiva, tem a ver com um processo de mudança na percepção da própria cor – consequência de todo o trabalho de valorização da cultura negra realizado há décadas pelo movimento negro, das políticas afirmativas e de reparação empreendidas nos últimos anos pelos governos, de um debate mais aberto nos meios de comunicação sobre a questão, etc. 

O fato é que hoje podemos dizer – de boca cheia – que o Brasil é um país negro e mulato.

Isto quer dizer que vivemos em um paraíso racial, cultura milagrosa de convivência harmônica e mistura de todas as origens étnicas? De forma alguma… as desigualdades entre pretos, pardos e brancos reveladas pelo censo são gritantes. 

A população negra, em geral, continua a receber menores salários que a população branca. Entre as mulheres negras, a situação é ainda pior. De acordo com os dados do IBGE, entre a população com rendimento mais alto (os que ganham mais de 30 salários mínimos por mês), existem 178.574 homens brancos e apenas 838 mulheres negras. Por outro lado, entre a população com menor rendimento (os que ganham até 1/4 do salário mínimo), existem 418.013 homens brancos e 2.501.852 mulheres negras e pardas. Veja os dados percentuais na tabela abaixo. Para ver os dados completos na tabela do IBGE, clique aqui.

Do ponto de vista urbanístico, as desigualdades são claras: em São Paulo, a proporção de negros com relação a brancos em cada bairro aumenta no sentido centro-periferia (Leia mais aqui).

Em Brasília acontece o mesmo entre o plano piloto e as cidades satélites. Ou seja: quanto mais precários os bairros, maior a proporção de pretos e pardos. Nestes lugares é mais precária a oferta de equipamentos e serviços públicos, menores as oportunidades de empregos, e isso cria um círculo vicioso que dificulta a ascensão econômica e social da população dessas regiões.

Ainda com relação à dimensão urbanística dessa questão, por muito tempo existiu uma espécie de invisibilidade histórica dos territórios negros das cidades, que só muito recentemente vêm sendo, aos poucos, reconhecidos e valorizados, com o tombamento de terreiros de candomblé, a demarcação de áreas de quilombo etc.

Em São Paulo, foi criada este mês a Rota Turística Afro-brasileira Luiz Gama, um roteiro com 18 pontos turísticos relacionados à cultura africana, incluindo territórios negros da cidade dos séculos XVIII e XIX. Iniciativas como esta são muito interessantes para o reconhecimento destes locais e sua (re)incorporação em nossa história.

Mas o caminho para o tal paraíso racial ainda é longo… e difícil!



quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Basta de Violência contra as Mulheres!


- A cada 2 minutos, 5 mulheres são espancadas.
- 10 mulheres são mortas por dia.
- Seis em cada 10 brasileiros conhecem alguma mulher que foi vítima de violência doméstica
 
A violência contra a mulher é um problema escandaloso em nosso país! Segundo o Anuário das Mulheres Brasileiras (2011 - DIEESE e Secretaria de Políticas para Mulheres), o local em que as mulheres mais sofrem violência é dentro de casa. Xingamentos, agressões verbais, humilhações e ameaças também fazem parte do cotidiano e em muitos lares avançam para a agressão física e até morte. É uma combinação entre violência física e violência psicológica.
Segundo o Instituto Avon, a violência assombra principalmente as mulheres que ganham entre 1 e 2 salários mínimos. Na mesma pesquisa, 46% dos entrevistados alegam que o principal motivo para esta realidade é o fato de “o homem se achar dono da mulher”. Esta ideia é uma ideia machista.
O machismo é uma ideologia que ganha força em um sistema social baseado em relações de exploração entre patrões e trabalhadores. Os patrões utilizam o machismo para pagar menos as mulheres trabalhadoras e para dividir a classe trabalhadora. Por isso, a luta contra a violência machista deve ser uma luta de homens e mulheres da classe trabalhadora. Quando um trabalhador agride alguma mulher, está ajudando a reforçar a ideologia do patrão e está dividindo os trabalhadores.
A ausência de políticas estatais para assegurar melhores condições de vida para as trabalhadoras, a criminalização das mulheres que abortam e das mulheres que lutam são a expressão da violência promovida pelo poder público, que secundariza as políticas direcionadas às mulheres.
Quando você acabar de ler este texto, provavelmente mais de 20 mulheres terão sido espancadas e ao final do dia, 10 mulheres terão morrido em decorrência da violência machista.

Conheça as origens do dia 25 de Novembro
Patria, Minerva e Maria Teresa foram três irmãs, que ficaram conhecidas como Las Mariposas, pela luta contra a ditadura na República Dominicana, durante a década de 50. No dia 25 de novembro de 1960, foram assassinadas pelo governo de Rafael Trujillo.
Em 1981, no 1º Encontro Feminista Latino Americano e caribenho, que ocorreu em Bogotá (Colômbia), o dia 25 de novembro foi instituído como o dia de luta contra a violência à mulher, em todo o continente latino americano e no Caribe. Em 1999, a Assembleia Geral da ONU declarou o dia como Dia Internacional pela Eliminação da Violência às Mulheres.

Cinco anos da Lei Maria da Penha: exigimos a aplicação e ampliação da lei!

Aprovada em 2006, a lei significou avanços importantes no reconhecimento jurídico de que a violência contra a mulher merece atenção e penas especiais. Assim, pôde configurar-se um instrumento importante para ajudar milhares de mulheres que sofrem com a violência doméstica.
Cinco anos após sua aprovação, poucos brasileiros conhecem a lei. Segundo pesquisa do Instituto Avon, a lei é associada a formas de resolver a violência doméstica, no entanto, 50% dos entrevistados da pesquisa “sabe algo a respeito” e 36% “já ouviu falar, mas não sabe quase nada a respeito”.
A lei propõe a criação de Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Porém, de acordo com pesquisa realizada pelo Observatório da Lei Maria da Penha, “existem apenas 48 Juizados e Varas com competência exclusiva para aplicação da Lei Maria da Penha em todo o país”.
A lei aponta que enquanto esses juizados não estiverem estruturados, as varas criminais deverão acumular a tarefa de julgar os casos de violência contra a mulher. No entanto, a pesquisa do Instituto Avon revelou que 52% dos entrevistados acham que juízes e policiais desqualificam o problema da violência contra a mulher.
A lei também localiza a importância de implementação de atendimento policial especializado nas Delegacias de Atendimento à Mulher. Entretanto, em 5 anos de lei, apenas 55 novas delegacias foram inauguradas.
Os motivos que fazem com que as mulheres não denunciem o agressor são as condições econômicas, a preocupação com a criação dos filhos e o medo de ser morta. Por isso, as Casas Abrigo são determinantes para a aplicação da lei, no entanto, de 2007 para cá, o número de Casas Abrigo foi de 65 para 72, em todo o Brasil.
Hoje, podemos dizer que a Lei Maria da Penha não foi aplicada e sequer foi apresentada de forma clara para o conjunto das mulheres brasileiras como um instrumento de proteção contra a violência. 

Por isso, neste dia 25 de Novembro, exigimos:
- Aplicação e ampliação da Lei Maria da Penha!
- Ampliação do orçamento para programas de combate à violência!
- Prisão e punição exemplar para os agressores de mulheres!
- Implementação dos Centros de Referência da Mulher, financiados pelo Estado, como parte do sistema de proteção social, com poder de acatar denúncias, garantir apoio jurídico, médico e psicológico às mulheres vítimas de violência, com atendimento em tempo integral;
- Imediata construção de casas-abrigo, com orientação, formação profissional e infraestrutura necessária para abrigar e assistir mulheres e filhos em situação de violência;

Assédio moral e assédio sexual é violência!
O ritmo frenético das linhas de produção, a pressão da chefia, o excesso de horas extras cria uma condição insuportável no trabalho. O assédio moral é um mecanismo para pressionar os trabalhadores e inibir qualquer tipo de organização no local de trabalho.
Essa prática vem acompanhada de uma carga de preconceitos, como o machismo, o racismo e a homofobia. Parte da desqualificação das mulheres é dar-lhes características pejorativas, inferiores, como se fossem explicadas pelo fato de ser mulher. Assim, o assédio moral é a porta de entrada para relações machistas e por isso pode ser compreendido como violência psicológica.
O assédio sexual também faz parte do cotidiano das relações de trabalho e as mulheres são as maiores vítimas. Em muitos casos, a culpa é atribuída à mulher, quando na verdade os chefes se aproveitam de sua posição para assediar as mulheres trabalhadoras. O assédio moral e sexual é crime e você pode denunciar! Entre em contato com seu sindicato ou sua representação sindical no local em que você trabalha.

Chega de Machismo e Homofobia! Pela aprovação imediata do PLC 122 original!
As mulheres lésbicas são alvo de forte violência. Os chamados “estupros corretivos” visam mudar a orientação sexual de mulheres que gostam de se relacionar com outras mulheres e são a expressão mais violenta do ódio homofóbico e machista.
Defendemos a ampliação dos direitos das mulheres e dos homossexuais. A vitória conquistada com a aprovação para uniões estáveis homoafetivas deve se estender: todos os direitos concedidos aos casais heterossexuais devem ser concedidos aos casais homossexuais. Se a homofobia fosse tratada como crime, como prevê o PLC 122, os casos de estupros e de agressão teriam menos recorrência e o sofrimento de muitas mulheres estaria amenizado. Por isso, acreditamos que é fundamental que este projeto de lei seja aprovado em sua versão original e recusamos alterações feitas como concessões à bancada evangélica.

Chega de Sufoco! Basta de Violência!

Pegar o ônibus, metrô ou trem lotado todos os dias é um sofrimento! As grandes capitais do país revelam que a situação do transporte público brasileiro é um caos. A quantidade de ônibus, trens ou metrôs disponíveis é muito inferior à necessidade da população. Nos horários de pico, na ida e na volta do trabalho, os trabalhadores são submetidos a uma situação desumana.
As mulheres ficam submetidas ao assédio sexual dos homens que se aproveitam do aperto para abusar sexualmente das mulheres. Desde encostar a mão na bunda, chegando até os casos de estupro. No metrô de São Paulo, só neste ano, ocorreram mais de 50 casos e na CPTM (linha de trens) foram 43. Mas esses são os que foram denunciados, porque muitos casos ocorrem e o constrangimento e a vergonha fazem com que muitas mulheres não denunciem.
O Movimento Mulheres em Luta está organizando, junto com o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, uma campanha para combater a violência sexual contra as mulheres no metrô. Parte dessa campanha é exigir que o metrô faça uma campanha de conscientização contra a violência e o assédio sexual e uma campanha de incentivo para que as mulheres denunciem. Combinado a isso, queremos fortalecer a luta pela melhoria e ampliação do transporte público em todo o Brasil, que possui tarifas altíssimas e condições absurdas, que submetem as mulheres ao constrangimento do assédio e da violência sexual.

Violência e Assédio Sexual não é piada!
A nossa luta diante desta situação do metrô de São Paulo também nos fez questionar o quadro apresentado pela Rede Globo, no Programa Zorra Total, em que o diálogo de dois personagens incita a violência sexual dentro do meio de transporte. O Sindicato entregou uma carta à emissora e como consequência disso, vimos o quadro alterado. Mas isso não basta, queremos que o machismo deixe de ser piada e que não precisemos escutar pérolas machistas como as de Rafinha Bastos.
No dia 25, o Movimento Mulheres da CSP Conlutas, junto ao Sindicato dos Metroviários de São Paulo, a Intersindical e outras organizações feministas estarão no metrô de São Paulo denunciando para a população os casos de assédio e violência contra as mulheres no transporte público e denunciando o descasos dos governos com o combate à violência contra a mulher!

Se você estiver em São Paulo, participe!

25/11 - Sexta feira:
6h - na estação Barra Funda
17h - na estação Sé

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Matar Aulas está com os dias contados



Antigamente quando íamos para a aula tínhamos que responder a chamada todos os dias, afinal ela era o que provava nossa presença. Porém as coisas estão mudando, e os alunos que não são muito chegados a frequentar as aulas, estão com seus dias de matação contados.
Em uma escola do interior de São Paulo um novo sistema de chamada, que se utiliza de um leitor biométrico (aquele que lê a impressão digital) esta substituindo a chamada antiga, onde o professor dizia o nome e o aluno respondia: “Presente”.
Até aí não parece nada demais, porém o sistema de leitura digital envia automaticamente para os pais um SMS, informando seus filhos estão na aula e não passeando em horário indevido.
Parece que os dias dos matadores de aulas estão contados…

Não existe nenhuma data para que isso seja implantado em outras escolas, mas esse tipo de controle é quase inevitável.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Professora apanha de aluno dentro da sala de aula

Adolescente não gostou de ter sido chamada a sua atenção e partiu para a agressão
Um adolescente de 14 anos agrediu na manhã desta quarta-feira em Rio Claro sua professora de 32 anos, dentro da sala de aula na escola João Negrão Filho, no Jardim Guanabara. Segundo informações, o aluno teria sido chamado a atenção porque atrapalhava o andamento da aula. Ele levantou-se, foi em direção à professora e tentou sufocá-la. Depois a agrediu e fugiu antes que a polícia chegasse na escola. A PM esteve no local e registrou o caso em boletim de ocorrência.

Como dizem: "Parece mentira, mas não é!"

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A separação não é o fim de tudo


"Começar de novo e contar comigo
vai valer a pena ter sobrevivido!"
Ivan Lins e Victor Martins

São raras as pessoas que lidam bem, de uma forma saudável, com a separação. A maioria sofre muito, fica abalada, deprimida, tem dificuldades em recomeçar a vida sozinha. São muitas as emoções despertadas pela separação. Todas essas emoções podem ser reduzidas a uma enorme e insuportável dor. A sensação, nessa hora, é de que a dor nunca mais vai passar.

No entanto, ela passa, pode acreditar. Claro que existem algumas coisas que podemos e devemos fazer para atravessar esse processo que pode ser tão doloroso. É um processo difícil, mas podemos sair dele mais fortes e conscientes.

As separações e os divórcios nunca foram tão numerosos como nos dias de hoje. Vamos pensar em alguns pontos: Por que o rompimento é tão mal? Por que sofremos tanto com o fim de uma relação? Por que a separação é sentida como tão negativa? Você já se questionou sobre isso alguma vez? Você tem essas respostas?

Aprender com os erros

Para podermos falar de como nos separamos, precisamos antes entender o modo como nos relacionamos. Sempre vivemos na crença do "amor eterno", que tem de durar a vida toda. A verdade é que nos recusamos a encarar o momento da separação como ele é, ou seja: uma passagem. Então por que tanta dificuldade? Vamos tentar entender.

No amor, existe a arte da ruptura, assim como a da conquista. Então, podemos dizer que a separação é a repetição, em negativo, da surpresa do amor que acaba sendo valorizado e reconhecido pela dor. A separação de uma forma dolorida é uma maneira de anunciar que o amor existiu e que se viveu uma verdadeira historia de amor.

Então, se não sofremos com a separação fica no ar a dúvida de que realmente era um amor verdadeiro. "Será que vivi uma história de amor ou apenas um 'delírio amoroso', uma paixão passageira"?

Um ponto que nos atrapalha muito é a vergonha que sentimos quando terminamos uma relação. Ora, com o rompimento vem junto a idéia de fracasso, derrota, incompetência e.......até mesmo de morte! Ora, quando pensamos assim deixamos de ver que é possível aprender com essa relação.

Precisamos ver que o fim de um amor faz parte da nossa existência. É um fim de um ciclo. Nada é eterno. Há tempo de plantar e colher. Cada um de nós tem sua própria experiência e suas necessidades. Quando um relacionamento acaba devemos analisar nosso comportamento pois assim não repetimos os mesmos erros em um próximo relacionamento.

Guardando os momentos bons!
Terminamos mal nossas histórias de amor porque não sabermos lidar com as experiências e lembranças de relações passadas. Uma das maiores dificuldades é como lidar com a felicidade que vivemos e como utilizá-la agora. Esquecemos que o fim de um amor é também parte da nossa historia. O que vivemos nessa história de amor, as alegrias, as tristezas. Tudo ficará marcado em nossa história de vida.

Seja corajoso o bastante para aceitar a ajuda das pessoas. É saudável procurar consolo e apoio dos amigos quando terminamos uma história de amor. É bom compartilhar os sentimentos, as impressões, alguém em quem você confia e se sinta à vontade. Se for muito doloroso para você, não hesite em procurar o apoio de um psicoterapeuta.

O mais importante é não se isolar da vida, abrir mão das coisas que você gosta. Além do contato com parentes e amigos, procure ficar cercado de coisas que você sempre quis: um aquário com peixes ou mesmo alguns vasos de plantas.

Cuidar de uma planta todos os dias ou até mesmo alimentar um peixinho dá a sensação de que a vida continua e está aí para ser vivida.

"Saber viver o fim de um amor é saber viver!"(Franco La Cecla)
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