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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Como os dias transformam nossa vida...

Sem perceber a vida passa, e com ela se vai os momentos alegres, tristes, de emoção, de sonhos...
Só nos damos conta bem depois, quando ela já carregou consigo uma boa parte dos nossos dias.
E perceber que o que nos resta é incontável, é pouco para o que queríamos ter feito, para o que queríamos ter sido, nos leva a uma corrida sem fim, em busca daquilo que ainda sonhamos.
Mas por onde começar?
Talvez seja melhor recolher o que ainda restou, a esperança, a ilusão, os momentos eternos e recomeçar de onde talvez nunca paramos.
Quem sabe teremos que começar, agora, mas sem pensar no tempo perdido, e sim nas oportunidades que não teríamos se tivéssemos começado no passado.
É arregaçar as mangas, olhar para o futuro como se ele não tivesse fim, e buscar os sonhos que talvez adormeceram.
É a cada nascer do sol renovar as esperanças, as energias...
É perceber que o tempo é algo pequeno demais perto do caminho que pretendemos trilhar.
O futuro chegou, é agora.
Então para que esperar mais, se esperamos por esse momento todos os dias da nossa vida?
Começar é renascer.
Comece e renasça. 
E perceba a vida começar do zero.
Seja feliz hoje, não amanhã.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Hoje é aniversário de Tarsila do Amaral!

Se estivesse entre nós, hoje Tarsila comemoraria 125 anos!!! Infelizmente não podemos imortalizá-la a não ser por suas magnifícas obras e história de vida.


 Tarsila do Amaral nasceu em 1 de setembro de 1886, no Município de Capivari, interior do Estado de São Paulo. Filha do fazendeiro José Estanislau do Amaral e de Lydia Dias de Aguiar do Amaral, passou a infância nas fazendas de seu pai.

Casou-se com André Teixeira Pinto, com quem teve a única filha, Dulce.
Separaram-se alguns anos depois e então iniciou seus estudos em arte.
Em 1920, foi estudar em Paris, na Académie Julien e com Émile Renard. Ficou lá até junho de 1922 e soube da Semana de Arte Moderna (que aconteceu em fevereiro) através das cartas da amiga Anita Malfatti. Quando voltou ao Brasil, Anita a introduziu no grupo modernista e Tarsila começou a namorar o escritor Oswald de Andrade. Formaram o grupo dos cinco: Tarsila, Anita, Oswald, o também escritor Mário de Andrade e Menotti Del Picchia. Agitaram culturalmente São Paulo com reuniões, festas, conferências. 

Em janeiro de 1928, Tarsila queria dar um presente de aniversário especial ao seu marido, Oswald de Andrade. Pintou o 'Abaporu'. Quando Oswald viu, ficou impressionado e disse que era o melhor quadro que Tarsila já havia feito.Batizou-se o quadro de Abaporu, que significa homem que come carne humana, o antropófago. 
A artista contou que o Abaporu era uma imagem do seu inconsciente, e tinha a ver com as estórias de monstros que comiam gente que as negras contavam para ela em sua infância.

   Em 1929 Tarsila fez sua primeira Exposição Individual no Brasil, e a crítica dividiu-se, pois ainda muitas pessoas ainda não entendiam sua arte.
 Tarsila faleceu em janeiro de 1973.


À você Tarsila, o nosso muito obrigado, por ter nos deixado essa rica experiência de vida e obras de inestimável valor.



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